UM DESTAQUE REAL DO PERFIL DE PERSONALIDADES PÚBLICAS E PRIVADAS A FAVOR DO BEM OU DO MAL = QUEM QUISER CONHECER O CARÁTER E A PERSONALIDADE DAQUELES QUE SE DIZEM REPRESENTANTES DO POVO, ASSIM COMO DAQUELES QUE DESEJAM SER REPRESENTANTES DO POVO PELO VOTO, FIQUEM LIGADOS PERMANENTEMENTE EM NOSSO BLOG E SAIBA TUDO SOBRE SUAS PRETENSÕES, ATITUDES E AÇÕES = ADMINISTRAMOS ESSA PÁGINA EM NOME DAQUELES QUE NOS OUTORGARAM PODERES PARA FALAR EM DEFESA DA PAZ, DO AMOR E DA ESPERANÇA DE "UM NOVO BRASIL".
quarta-feira, 30 de abril de 2014
A declaração de ódio do PT aos brasileiros de classe média?????????????????
- PERSONA INDEBITU -
ANTES DE ASSISTIRMOS ESSE PRECIOSO FILME, FARÍAMOS UMA PERGUNTINHA DE BESTAS E BROCOIÓS, QUE É AO QUE PARECE O QUE TODOS NÓS SOMOS!...O QUE É QUE É CONSIDERADO UM SUJEITO DE CLASSE MÉDIA, HEIN?... O SUJEITO QUE PERCEBE POR MÊS UM SALÁRIO SUPERIOR A VINTE SALÁRIOS MÍNIMOS É CONSIDERADO CLASSE MÉDIA OU NÃO?...O SUJEITO QUE POSSUI UM PATRIMÔNIO SUPERIOR A UM MILHÃO DE DÓLARES É CONSIDERADO CLASSE MÉDIA OU NÃO?...UM SUJEITO QUE TEM UM PADRÃO DE VIDA ONDE POSSUI CARROS, IMÓVEIS, FAZENDAS, SÍTIOS, BARCOS, CONTAS BANCÁRIAS NO EXTERIOR É CONSIDERADO CLASSE MÉDIA OU NÃO?...POIS, QUEM É QUE É MAIS ABOMINANTE PELA SUA COGNIÇÃO E PELA SUA IGNORÂNCIA?..RESPONDAM POR FAVOR!... PODEM RESPONDER, TODOS VOCÊS, POR GENTILEZA, SEUS ABOMINADOS DE CARTEIRINHA.
terça-feira, 29 de abril de 2014
A EDUCAÇÃO BRASILEIRA EM JOGO...
- PERSONA INDEBITU -
O ENSINO BÁSICO E O ENSINO MÉDIO NO BRASIL É ALGO LAMENTÁVEL. NÃO ME ATREVO NEM EM PENSAR NO ENSINO SUPERIOR DITO TERCEIRO GRAU. ESSE ÚLTIMO ENTÃO NOS DEIXA ENVERGONHADO SE COMPARARMOS COM PAÍSES EM DESENVOLVIMENTO. OBSERVEM OS QUADROS ABAIXO COLOCADOS E VERÃO INCLUSIVE O TAMANHO DO DESCASO DISPENSADO PELAS AUTORIDADES E PELAS INSTITUIÇÕES DO PODER PÚBLICO EM RELAÇÃO ÀS ESCOLAS PÚBLICAS E LOCAIS DESTINADOS AO ENSINO DOS BRASILEIROS.
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ESTES GRÁFICOS ACIMA SÃO UMA DEMONSTRAÇÃO CONTUNDENTE DO QUANTO OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO DESTINAM PARA ESSE SEGUIMENTO SOCIAL A SUA ATENÇÃO.
PODERÃO PERGUNTAR: BEM, POR QUE OS JORNAIS, AS RÁDIOS, AS TELEVISÕES, A INTERNET, A MÍDIA COMO UM TODO NÃO DEVEM DAR A MAIOR E MELHOR ATENÇÃO POSSÍVEL A ESSE SEGUIMENTO IMPORTANTÍSSIMO QUE É O FUTEBOL E O ESPORTE COMO UM TODO?
EU NÃO VOU LHES DIZER QUE NÃO. DEVEM DAR, É CLARO. MAS E POR QUÊ NÃO SE DAR A COBERTURA E A ATENÇÃO MERECIDA E ATÉ DEVIDA AO SEGUIMENTO EDUCAÇÃO E CULTURA?
SERÁ QUE UMA SOCIEDADE NÃO SE MEDE A SUA EVOLUÇÃO CIVILIZATÓRIA PELO SEU CONTEXTO EDUCACIONAL E CULTURAL?
COMO É QUE UMA NAÇÃO E UM POVO PODERÁ SE DESINCUMBIR DAS SUAS METAS DE PROGRESSO E EVOLUÇÃO SÓCIO-ECONÔMICO-POLÍTICO SE NÃO PRESTAR-SE À AQUISIÇÃO DE CONHECIMENTO, CULTURA, CONSCIENTIZAÇÃO, POLITIZAÇÃO E CULTURA; ESPECIFICAMENTE ATRAVÉS DOS MEIOS DE ENSINO E DE EDUCAÇÃO?
QUEM SABE SE ESSES ÓRGÃOS DE IMPRENSA FALADA, ESCRITA E TELEVISADA DESSEM A MESMA ATENÇÃO QUE DISPENSAM AOS ESPORTES EM GERAL, DESSEM TAMBÉM AOS SEGUIMENTOS EDUCACIONAIS, ESSA TRISTE REALIDADE NÃO MUDASSE...
VEJAM: ESSES ÓRGÃOS DOS QUAIS ESTAMOS FALANDO, PERTENCEM AO POVO!... NÃO?
ACONSELHO QUE SE REPORTEM À NOSSA CONSTITUIÇÃO ANTES DE MAIORES DELONGAS.
TODOS ELES SÃO CONCESSÕES DO PODER PÚBLICO, DIGO, DO PODER EXECUTIVO FEDERAL, QUE PELO PROCESSO DEMOCRÁTICO E REPUBLICANO EM QUE VIVEMOS, SABEMOS QUE ELE EMANA DO POVO, PELO POVO E PARA O POVO.
TODO PODER EMANA DO POVO E EM SEU NOME SERÁ EXERCIDO.
O QUE ESTÁ FALTANDO É QUE AS AUTORIDADES ÀS QUAIS O POVO OUTORGOU TAIS PODERES TENHAM SUAS MENTES ACLARADAS, SUAS CONSCIÊNCIAS AVIVADAS PARA ESSA BRUTAL REALIDADE E INJUSTIÇA COMETIDA CONTRA O VERDADEIRO DONO DO PODER QUE É O POVO.
VEJAM ESSES DOIS QUADRO: SE OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO DESTINASSEM 10%(DEZ POR CENTO) DESSE TEMPO TODO EMPREGADO NOS ESPORTES PARA PROGRAMAS DESTINADOS À EDUCAÇÃO E AO ENSINO E À CULTURA DA NAÇÃO, SERIA DE SUBSTANCIAL IMPORTÂNCIA E PROVEITO.
E ISSO O PODER CONCEDENTE PODERIA EXIGIR, NÃO DIGO NEM EXIGIR, MAS DIPLOMATICAMENTE NEGOCIAR COM AS INSTITUIÇÕES PRIVADAS, TAL ESPAÇO.
PARA QUE TANTO ESPORTES, TANTOS CAMPEONATOS, TANTOS TORNEIOS, TANTOS JOGOS, SE TEMOS UMA POPULAÇÃO SUBDESENVOLVIDA CULTUALMENTE E INTELECTUALMENTE?
O QUE É MAIS IMPORTANTE, UM POVO CULTO E INTELECTUALMENTE DESENVOLVIDO OU UMA LEVA DE JOGADORES QUE NÃO SABEM NEM SE PRONUNCIAR E FALAR, DETENTORES DE TROFÉIS E TAÇAS E PODRES DE RICOS, E UMA NAÇÃO DE SEMI-ANALFABETOS E MISERÁVEIS?
PODERÃO PERGUNTAR: BEM, POR QUE OS JORNAIS, AS RÁDIOS, AS TELEVISÕES, A INTERNET, A MÍDIA COMO UM TODO NÃO DEVEM DAR A MAIOR E MELHOR ATENÇÃO POSSÍVEL A ESSE SEGUIMENTO IMPORTANTÍSSIMO QUE É O FUTEBOL E O ESPORTE COMO UM TODO?
EU NÃO VOU LHES DIZER QUE NÃO. DEVEM DAR, É CLARO. MAS E POR QUÊ NÃO SE DAR A COBERTURA E A ATENÇÃO MERECIDA E ATÉ DEVIDA AO SEGUIMENTO EDUCAÇÃO E CULTURA?
SERÁ QUE UMA SOCIEDADE NÃO SE MEDE A SUA EVOLUÇÃO CIVILIZATÓRIA PELO SEU CONTEXTO EDUCACIONAL E CULTURAL?
COMO É QUE UMA NAÇÃO E UM POVO PODERÁ SE DESINCUMBIR DAS SUAS METAS DE PROGRESSO E EVOLUÇÃO SÓCIO-ECONÔMICO-POLÍTICO SE NÃO PRESTAR-SE À AQUISIÇÃO DE CONHECIMENTO, CULTURA, CONSCIENTIZAÇÃO, POLITIZAÇÃO E CULTURA; ESPECIFICAMENTE ATRAVÉS DOS MEIOS DE ENSINO E DE EDUCAÇÃO?
QUEM SABE SE ESSES ÓRGÃOS DE IMPRENSA FALADA, ESCRITA E TELEVISADA DESSEM A MESMA ATENÇÃO QUE DISPENSAM AOS ESPORTES EM GERAL, DESSEM TAMBÉM AOS SEGUIMENTOS EDUCACIONAIS, ESSA TRISTE REALIDADE NÃO MUDASSE...
VEJAM: ESSES ÓRGÃOS DOS QUAIS ESTAMOS FALANDO, PERTENCEM AO POVO!... NÃO?
ACONSELHO QUE SE REPORTEM À NOSSA CONSTITUIÇÃO ANTES DE MAIORES DELONGAS.
TODOS ELES SÃO CONCESSÕES DO PODER PÚBLICO, DIGO, DO PODER EXECUTIVO FEDERAL, QUE PELO PROCESSO DEMOCRÁTICO E REPUBLICANO EM QUE VIVEMOS, SABEMOS QUE ELE EMANA DO POVO, PELO POVO E PARA O POVO.
TODO PODER EMANA DO POVO E EM SEU NOME SERÁ EXERCIDO.
O QUE ESTÁ FALTANDO É QUE AS AUTORIDADES ÀS QUAIS O POVO OUTORGOU TAIS PODERES TENHAM SUAS MENTES ACLARADAS, SUAS CONSCIÊNCIAS AVIVADAS PARA ESSA BRUTAL REALIDADE E INJUSTIÇA COMETIDA CONTRA O VERDADEIRO DONO DO PODER QUE É O POVO.
VEJAM ESSES DOIS QUADRO: SE OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO DESTINASSEM 10%(DEZ POR CENTO) DESSE TEMPO TODO EMPREGADO NOS ESPORTES PARA PROGRAMAS DESTINADOS À EDUCAÇÃO E AO ENSINO E À CULTURA DA NAÇÃO, SERIA DE SUBSTANCIAL IMPORTÂNCIA E PROVEITO.
E ISSO O PODER CONCEDENTE PODERIA EXIGIR, NÃO DIGO NEM EXIGIR, MAS DIPLOMATICAMENTE NEGOCIAR COM AS INSTITUIÇÕES PRIVADAS, TAL ESPAÇO.
PARA QUE TANTO ESPORTES, TANTOS CAMPEONATOS, TANTOS TORNEIOS, TANTOS JOGOS, SE TEMOS UMA POPULAÇÃO SUBDESENVOLVIDA CULTUALMENTE E INTELECTUALMENTE?
O QUE É MAIS IMPORTANTE, UM POVO CULTO E INTELECTUALMENTE DESENVOLVIDO OU UMA LEVA DE JOGADORES QUE NÃO SABEM NEM SE PRONUNCIAR E FALAR, DETENTORES DE TROFÉIS E TAÇAS E PODRES DE RICOS, E UMA NAÇÃO DE SEMI-ANALFABETOS E MISERÁVEIS?
segunda-feira, 28 de abril de 2014
domingo, 27 de abril de 2014
sábado, 26 de abril de 2014
quinta-feira, 24 de abril de 2014
quarta-feira, 23 de abril de 2014
A ESCOLA DE SAGRES E O INFANTE D. HENRIQUE
- PERSONA INDEBITU -
A ESCOLA DE SAGRES
O Infante Dom Henrique, um dos filhos do Rei João I, que participara da conquista de Ceuta, compreende a necessidade de planejar e organizar mais eficientemente o empreendimento marítimo-mercantil, reuni alguns dos melhores e mais experientes pilotos, astrônomos, matemáticos, cartógrafos e construtores de navios da época, vindo sobretudo de Gênova e Veneza, ativas cidades comerciais da Itália. E, funda, em 1417 a Escola de Sagres, acontecimento importante, representa a mudança radical e definitiva do rumo da expansão ultramarina.
Valendo-se do que lá aprenderam, os portugueses começam a sua expansão marí-tima, o norte da África, é abandonado, de agora em diante, cada vez mais para o Atlântico, ocupam as ilhas de Açores e Madeira no Atlântico.
Mas o objetivo principal era descer as costas da África, de extensão desconhecida, para tentar chegar às Índias. A segunda tentativa de ultrapassar o cabo Bojador, uma ponta da África que avançava pelo Atlântico, foi vencida pelo medo. Medo de que passando do cabo os brancos se tornassem negros, medo de que o mar fervesse ao calor tropical, medo de que a neblina espessa engolisse os navios. Os marinheiros temiam o desconhecido. Imaginavam a Terra plana, com oceanos que poderiam desembocar no nada. Em 1434 Gil Eanes, da equipe de Sagres, volta triunfante, o Bojador e contornado. | ![]() |
A expansão marítimo-comercial portuguesa ao longo do litoral africano, passa a ser mais intensa, Nuno Tristão, explora o Senegal, Serra Leõa, a Costa do Ouro, sempre em busca do marfim, ouro e principalmente dos escravos negros para as ilhas de Açores e Madeira.
Com as invenções que surgiram - o astrolábio para medir a posição das estrelas, e a bússola, para garantir a orientação - os pilotos portugueses puderam afastar-se do litoral sem o pavor de se perder. Vela ao vento, as naus não param, cruzando o Atlântico: era preciso chegar ao fim da África e de lá partir para a conquista do mercado das especiarias, tecidos e porcelana da Índia.
Com a invasão da Europa pêlos turcos, e fator decisivo. O que interessa é descobrir um novo caminho para negociar com os homens das Índias, na década de 1470, Lopo Gonçalves cruza a linha do Equador, Diogo Cão atinge a embocadura do Congo, chamando-o de Rio do Padrão. O reconhecimento da região por esse navegador possibilita mais tarde a viagem de Bartolomeu Dias, que chega a cruzar o Cabo das Tormentas em 1488, mudando-lhe o nome para Cabo da Boa Esperança, numa antevisão da certeza e confiança de estar no caminho certo para o Oriente.
Antes, porém que Portugal possa colher o triunfo esperado, um fato surpreendente vem fazer sombra sobre as esperanças portuguesas. Cristóvão Colombo, navegador geno-vês contratado por Espanha, chega à ilha de Guanaani, em 1492, descobrindo o continente americano, e regressa, afirmando ter atingido às Índias. Ofante Dom Henrique, um dos filhos do Rei João I, que participara da conquista de Ceuta, compreende a necessidade de planejar e organizar mais eficientemente o empreendimento marítimo-mercantil, reuni alguns dos melhores e mais experientes pilotos, astrônomos, matemáticos, cartógrafos e construtores de navios da época, vindo sobretudo de Gênova e Veneza, ativas cidades comerciais da Itália. E, funda, em 1417 a Escola de Sagres, acontecimento importante, representa a mudança radical e definitiva do rumo da expansão ultramarina.
Valendo-se do que lá aprenderam, os portugueses começam a sua expansão marí-tima, o norte da África, é abandonado, de agora em diante, cada vez mais para o Atlântico, ocupam as ilhas de Açores e Madeira no Atlântico.
Mas o objetivo principal era descer as costas da África, de extensão desconhecida, para tentar chegar às Índias. A segunda tentativa de ultrapassar o cabo Bojador, uma ponta da África que avançava pelo Atlântico, foi vencida pelo medo. Medo de que passando do cabo os brancos se tornassem negros, medo de que o mar fervesse ao calor tropical, medo de que a neblina espessa engolisse os navios. Os marinheiros temiam o desconhecido. Imaginavam a Terra plana, com oceanos que poderiam desembocar no nada. Em 1434 Gil Eanes, da equipe de Sagres, volta triunfante, o Bojador e contornado.
A expansão marítimo-comercial portuguesa ao longo do litoral africano, passa a ser mais intensa, Nuno Tristão, explora o Senegal, Serra Leõa, a Costa do Ouro, sempre em busca do marfim, ouro e principalmente dos escravos negros para as ilhas de Açores e Madeira.
Com as invenções que surgiram - o astrolábio para medir a posição das estrelas, e a bússola, para garantir a orientação - os pilotos portugueses puderam afastar-se do litoral sem o pavor de se perder. Vela ao vento, as naus não param, cruzando o Atlântico: era preciso chegar ao fim da África e de lá partir para a conquista do mercado das especiarias, tecidos e porcelana da Índia.
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Com a invasão da Europa pêlos turcos, e fator decisivo. O que interessa é descobrir um novo caminho para negociar com os homens das Índias, na década de 1470, Lopo Gonçalves cruza a linha do Equador, Diogo Cão atinge a embocadura do Congo, chamando-o de Rio do Padrão. O reconhecimento da região por esse navegador possibilita mais tarde a viagem de Bartolomeu Dias, que chega a cruzar o Cabo das Tormentas em 1488, mudando-lhe o nome para Cabo da Boa Esperança, numa antevisão da certeza e confiança de estar no caminho certo para o Oriente.
Antes, porém que Portugal possa colher o triunfo esperado, um fato surpreendente vem fazer sombra sobre as esperanças portuguesas. Cristóvão Colombo, navegador geno-vês contratado por Espanha, chega à ilha de Guanaani, em 1492, descobrindo o continente americano, e regressa, afirmando ter atingido às Índias.
A Partida
"Senhor:
Posto que o capitão-mor desta vossa frota, e assim os outros capitães, escrevam a Vossa Alteza a (...) A partida de Belém, como Vossa Alteza sabe, foi, segunda feira, 9 de março.(...) não deixarei também de dar minha conta disso a Vossa Alteza, o melhor que eu puder, ainda que, para o bem contar e falar, o saiba fazer pior que todos(...)""Trecho da Carta de Pero Vaz de Caminha"
Era um domingo, na segunda semana de março de 1500.
E é o próprio Dom Manuel I que, cercado de grande pompa, assiste à missa na Capela de Nossa Senhora de Belém, diante da praia de Restêlo. Há luzes, incenso e cânticos neste Domingo, 8 de março de 1500. Um pouco atrás do rei estão as maiores personalidades da corte, solenemente vestidas de luto , como se usava nessa despedida. O bispo de Ceuta, Dom Diogo de Ortiz, celebra da missa , faz um longo sermão, augurando bom êxito à viagem Depois, abençoa a bandeira das armas reais e a Cruz da Ordem de Cristo - símbolo da fé e dos grandes feitos marítimos portugueses, o rei entrega a Pedro Álvares Cabral, alcaide-mor de Azurara e Senhor de Belmonte, junto com um barrete, presente do papa. Terminada a missa, a comitiva se encaminha para a praia. À frente está o bispo com os acólitos, precedidos do porta-cruzes e acompanhados dos frades da Ordem de Cristo, com tochas na mão. Dom Manuel e Cabral vem a seguir secundados pelos cortesãos, capitães e tripulantes dos navios. Soam trombetas, flautas, tambores. E o povo acompanha o cortejo fazendo coro aos cânticos solenes. Em grandes botes enfeitados, Cabral e seus homens rumam para as naus ancoradas ao largo, no rio Tejo. A tarde, com a chegada de ventos propícios, os navios demandam à barra. Começa a longa viagem rumo ao Descobrimento do Brasil, era segunda feira, 9 de março de 1500.
São aproximadamente 1500 homens, entre mercadores, pilotos, oficiais maiores, carpinteiros, caldeireiros, ferreiros, torneiros, soldados e técnicos em navegação.
As caravelas tinham dois ou , mais freqüentemente, três mastros, com popa alta de dois pavimentos, eram ligeiras e facilmente manobráveis. Cada uma transportava perto de 120 homens e, apesar de não serem navios de guerra, possuíam poderosos canhões. Mas a frota compunha-se também de naus mais possantes e maiores, sólidas, preferidas para o transporte de mercadorias. Eram ao todo treze navios, naus e caravelas, capazes de navegar com vento muito fraco. Sua capacidade variava entre 50 a 100 toneladas, e sua velocidade média aproximava-se dos 13 quilômetros horários. Costeavam praias perigosas e, quando bem dirigidos, podiam até navegar contra o vento. No comando das treze embarcações, que compõem a esquadra estão alguns dos mais ilustres navegadores do reino: ![]() | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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Terra a Vista
| Entre os marinheiros correm rumores. As dozes naus navegam há semanas sem ver terra. Os veteranos do mar não compreendem: eles não iam para as Índias pela rota que Vasco da Gama acabara de descobrir? Como então se afastavam tanto da África, rumando para o ocidente? E o perigo? E os dragões e as serpentes aladas de que falavam as velhas histórias do grande oceano desconhecido? | ![]() |
Apesar de tudo, os comandante dos navios não parecem preocupados: repetem a ordem de seguir para o sudoeste, sempre para o sudoeste.
Mais um dia de viagem vai acabando como os outros: mas pôr todo os lados, os barcos balançando, os trabalho de rotina, no fim do dia, a hora de rezar.
O sol está desaparecendo quando a notícia: existe alguma coisa no mar. Toda tripulação dos barcos corre para a amurada: entre as ondas bóiam algumas algas marinhas. Anoitece, nada mais se pode ver. Mas uma coisa é certa para todos: existe terra pôr perto.
A noite é de festas, conversas, esperança de fortuna. Mas também há dúvida e medo : que terra seria aquela?
Mal amanhece, todos os olhos estão no horizonte. Decepção: lá, apenas a imagem de sempre: mar, mar, mar. Mas, antes que alguém duvide dos sinais de véspera, outras plantas marinhas e, depois, algumas aves confirmam: há mesmo terra pôr ali.
Lentamente avançam as naus e caravelas da maior armada jamais saída de Portu-gal. Há tensão entre os mil e tantos homens dos doze navios, aos avisos do vigia no alto do mastro.
Na hora do almoço, enquanto se alimentam com sopa, biscoitos duros, carne e peixe salgados, arroz e cevada, tudo já meio velho, meio apodrecido, os marinheiros conversam sobre frutas e verduras, pensando no que poderão comer ao chegar aquele lugar anunciado pôr arbustos e aves.. É a água? E água fresca no lugar do líquido sujo e amargo dos tonéis? Isso os deixa entusiasmados, chegam mesmo a esquecer que ninguém sabe onde vão desembarcar.
Só ao entardecer a tripulação pode ver, bem ao longe, olham para um monte alto e redondo que se chamará Pascoal. À luz do crepúsculo, momento das orações, os homens olham em silêncio, mais terras, com grandes árvores, a terra de Vera Cruz. Atrás dele, o sol se vai escondendo.
Mais um dia de viagem vai acabando como os outros: mas pôr todo os lados, os barcos balançando, os trabalho de rotina, no fim do dia, a hora de rezar.
O sol está desaparecendo quando a notícia: existe alguma coisa no mar. Toda tripulação dos barcos corre para a amurada: entre as ondas bóiam algumas algas marinhas. Anoitece, nada mais se pode ver. Mas uma coisa é certa para todos: existe terra pôr perto.
A noite é de festas, conversas, esperança de fortuna. Mas também há dúvida e medo : que terra seria aquela?
Mal amanhece, todos os olhos estão no horizonte. Decepção: lá, apenas a imagem de sempre: mar, mar, mar. Mas, antes que alguém duvide dos sinais de véspera, outras plantas marinhas e, depois, algumas aves confirmam: há mesmo terra pôr ali.
Lentamente avançam as naus e caravelas da maior armada jamais saída de Portu-gal. Há tensão entre os mil e tantos homens dos doze navios, aos avisos do vigia no alto do mastro.
Na hora do almoço, enquanto se alimentam com sopa, biscoitos duros, carne e peixe salgados, arroz e cevada, tudo já meio velho, meio apodrecido, os marinheiros conversam sobre frutas e verduras, pensando no que poderão comer ao chegar aquele lugar anunciado pôr arbustos e aves.. É a água? E água fresca no lugar do líquido sujo e amargo dos tonéis? Isso os deixa entusiasmados, chegam mesmo a esquecer que ninguém sabe onde vão desembarcar.
Só ao entardecer a tripulação pode ver, bem ao longe, olham para um monte alto e redondo que se chamará Pascoal. À luz do crepúsculo, momento das orações, os homens olham em silêncio, mais terras, com grandes árvores, a terra de Vera Cruz. Atrás dele, o sol se vai escondendo.
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Assim chega a noite de 22 de abril de 1500. Os marinheiros recolhem velas e baixam âncoras. Os navios vão esperar o dia para se aproximar da costa. Na proa do seu barco, um homem não tira os olhos da terra que a noite vai apagando. É Pedro Alvares Cabral a contemplar a terra que descobrira. Brasil.
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A Chegada
![]() | " Assim chega a noite de 22 de abril de 1500. Os marinheiros recolhem velas e baixam âncoras. Os navios vão esperar o dia para se aproximar da costa. Na proa do seu barco, um homem não tira os olhos da terra que a noite vai apagando. É Pedro Alvares Cabral a contemplar a terra que descobrira. Brasil." |
E' Vinte e três de abril, 1500, o sol acaba de nascer. Lá está a terra Descoberta, a foz de um rio e um punhado de indivíduos bronzeados andando pela praia. Os capitães se reúnem na Caravela de Cabral. Pero Vaz de Caminha, na carta que enviaria depois ao Rei Dom Manoel, conta que Cabral, como primeira medida, resolve mandar um pequeno barco, com Nicolau Coelho, ver o lugar de perto. Junto à boca do rio, dezoito ou vinte homens se aproximaram do escaler,
A feição deles é serem pardos, um tanto avermelhados, de bons rostos e bons narizes, bem feitos. Andam nus, sem cobertura alguma. Nem fazem mais caso de encobrir ou deixa de encobrir suas vergonhas do que de mostrar a cara. Acerca disso são de grande inocência"todos nus, sem nenhuma coisa que lhes cobrisse suas vergonhas". Os homens traziam arcos e setas, mas a um sinal dos portugueses baixaram as armas.
Ai deu-se então uma troca de presentes entre descobridores e indígenas. Nicolau Coelho deu-lhes um barrete vermelho, uma carapuça de linho e um chapéu preto: e recebeu em troca um cocar de plumas compridas, que terminava com penas vermelha e castanhas, e um colar de pequenas contas brancas. Depois disso, o português voltou a bordo.
A feição deles é serem pardos, um tanto avermelhados, de bons rostos e bons narizes, bem feitos. Andam nus, sem cobertura alguma. Nem fazem mais caso de encobrir ou deixa de encobrir suas vergonhas do que de mostrar a cara. Acerca disso são de grande inocência"todos nus, sem nenhuma coisa que lhes cobrisse suas vergonhas". Os homens traziam arcos e setas, mas a um sinal dos portugueses baixaram as armas.
Ai deu-se então uma troca de presentes entre descobridores e indígenas. Nicolau Coelho deu-lhes um barrete vermelho, uma carapuça de linho e um chapéu preto: e recebeu em troca um cocar de plumas compridas, que terminava com penas vermelha e castanhas, e um colar de pequenas contas brancas. Depois disso, o português voltou a bordo.
A noite foi de chuva e ressaca, tornando impraticável o desembarque. Levantou-se grossa ventania, sendo recolhidas todas as ancoras. Era preciso encontrar porto mais seguro. Por isso a armada subiu a costa durante todo o dia seguinte, com os navios menores à frete.
Após viajar 10 léguas, encontraram "um arrecife com um porto dentro, muito bom e muito seguro, (a atual baía de Cabrália, entre a ilha da Coroa Vermelha e a baía rasa de Santa Cruz, no Estado da Bahia). Ancoraram ali, e Cabral mandou à terra seu piloto Afonso Lopes, para fazer sondagens a toda volta da baía. Ao voltar, Pero Vaz de Caminha assim os descreve:
E tomou dois daqueles homens da terra levou-os à Capitaina, onde foram recebidos com muito prazer e festa. O Capitão, quando eles vieram, estava sentado em uma cadeira, aos pés uma alcatifa por estrado; e bem vestido, com um colar de ouro, mui grande, ao pescoço.
E Sancho de Tovar, e Simão de Miranda, e Nicolau Coelho, e Aires Corrêa, e nós outros que aqui na nau com ele íamos, sentados no chão, nessa alcatifa. Acenderam-se tochas. E eles entraram. Mas nem sinal de cortesia fizeram, nem de falar ao Capitão; nem a alguém.
Todavia um deles fitou o colar do Capitão, e começou a fazer acenos com a mão em direção à terra, e depois para o colar, como se quisesse dizer-nos que havia ouro na terra. E também olhou para um castiçal de prata e assim mesmo acenava para a terra e novamente para o castiçal, como se lá também houvesse prata! Mostraram-lhes um papagaio pardo que o Capitão traz consigo; tomaram-no logo na mão e acenaram para a terra, como se os houvesse ali.
Mostraram-lhes um carneiro; não fizeram caso dele. Mostraram-lhes uma galinha; quase tiveram medo dela, e não lhe queriam pôr a mão. Depois lhe pegaram, mas como espantados.
Deram-lhes ali de comer: pão e peixe cozido, confeitos, fartéis, mel, figos passados. Não quiseram comer daquilo quase nada; e se provavam alguma coisa, logo a lançavam fora. Trouxeram-lhes vinho em uma taça; mal lhe puseram a boca; não gostaram dele nada, nem quiseram mais.
Trouxeram-lhes água em uma albarrada, provaram cada um o seu bochecho, mas não beberam; apenas lavaram as bocas e lançaram-na fora. Mas, apesar de tudo, os visitantes pareciam sentir-se à vontade.
Caminha conta que eles se estenderam no tapete e se prepararam para dormir. Cabral, amavelmente, mandou buscar almofadas para lhes por debaixo das cabeças e com uma coberta cobriram sua nudez. O que teriam achado de tais confortos, mingúem sabe.
No dia seguinte, pela manhã, depois de fundear mais próximo da terra, Cabral mandou Nicolau Coelho e Bartolomeu Dias levarem de volta os dois homens, e deu a cada um deles uma camisa nova, uma carapuça vermelha e um rosário de contas brancas, que os índios enrolaram no braço, além de vários chocalhos e guizos. E mandou com eles um criminoso condenado ao exílio, Afonso Ribeiro, que deveria ficar em terra.
O Domingo, dia 25, amanheceu cheio de sol. Cabral pediu que fosse celebrada missa e feito um sermão. E mandou que todos os capitães se preparassem e o acompanhassem a uma ilhota verde, hoje Coroa Vermelha, dentro da baia, e com toda tripulação presente, Frei Henrique celebrou a missa. Uma multidão de homens nus olhava admirada e com grande interesse para estes seres sadios do mar que entoavam canções tão estranhas.
Após a missa, em reunião na sua nau, com a presença de todos os comandantes e de Caminha, Cabral decide enviar a notícia da descoberta ao Rei Dom Manual, pois talvez ele quisesse mandar outra esquadra para reconhecer mais detalhadamente a nova terra, ao invés de confiar essa tarefa a uma armada a cominho da Índia.
Para isso destaca o navio de mantimentos, comandada por Gaspar de Lemos. Decidiu-se não enviar nativos para Portugal, mas deixa em terra dois degredados, que poderiam servir de informantes quando um próximo navio chegasse.
A semana seguinte foi de explorações. Cabral esteve em terra várias vezes e organizou diversas excursões para conhecer melhor o lugar. Houve brincadeiras, danças, novas trocas de presentes. A beleza das mulheres causa admiração aos português.
Ali andavam entre eles três ou quatro moças, bem novinhas e gentis, com cabelos muito pretos e compridos pelas costas; e suas vergonhas, tão altas e tão cerradinhas e tão limpas das cabeleiras que, de as nós muito bem olharmos, não se envergonhavam.E uma daquelas moças era toda tingida de baixo a cima, daquela tintura e certo era tão bem feita e tão redonda, e sua vergonha tão graciosa que a muitas mulheres de nossa terra, vendo-lhe tais feições envergonhara, por não terem as suas como ela.
, assim como a vivacidade dos nativos
A semana seguinte foi de explorações. Cabral esteve em terra várias vezes e organizou diversas excursões para conhecer melhor o lugar. Houve brincadeiras, danças, novas trocas de presentes. A beleza das mulheres causa admiração aos português.
Ali andavam entre eles três ou quatro moças, bem novinhas e gentis, com cabelos muito pretos e compridos pelas costas; e suas vergonhas, tão altas e tão cerradinhas e tão limpas das cabeleiras que, de as nós muito bem olharmos, não se envergonhavam.E uma daquelas moças era toda tingida de baixo a cima, daquela tintura e certo era tão bem feita e tão redonda, e sua vergonha tão graciosa que a muitas mulheres de nossa terra, vendo-lhe tais feições envergonhara, por não terem as suas como ela.
, assim como a vivacidade dos nativos
Terminadas as festas e brincadeiras, todos puseram-se a trabalhar. A tripulação abasteceu as naus com lenha e água. Mestre João - o físico, com os pilotos e o grande astrolábio, fez observações em terra, localizou a constelação do Cruzeiro do Sul e escreve um relatório de tudo ao rei. Caminha continuou a escrever sua longa carta.
A única coisa que faltava antes de partirem era deixar um padrão que garantisse a terra para Portugal contra todos os que viessem. Para isso, os carpinteiros fizeram uma cruz gigante a ser erguida na praia. E, a l.º de maio, numa Sexta feira, esta cruz foi levada em processão até a margem. Tinhas as armas de Portugal esculpidas, e foi colocada à entrada da floresta, debaixo de qual se improvisaram um pequeno altar. E assim rezaram uma segunda missa, sob olhar de aproximadamente 150 indígenas.
Caminha registra:
E quando se veio ao Evangelho, que nos erguemos todos em pé, com as mãos levantadas, eles se levantaram conosco, e alçaram as mãos, estando assim até se chegar ao fim; e então tornaram-se a assentar, como nós. E quando levantaram a Deus, que nos pusemos de joelhos, eles se puseram assim como nós estávamos, com as mãos levantadas, e em tal maneira sossegados que certifico a Vossa Alteza que nos fez muita devoção.
Terminada a missa, iniciaram-se os preparativos para deixar aquela terra que Cabral batizara de Vera Cruz, e Caminha assim escreveu:
Esta terra, Senhor, parece-me que, da ponta que mais contra o sul vimos, até à outra ponta que contra o norte vem, de que nós deste porto houvemos vista, será tamanha que haverá nela bem vinte ou vinte e cinco léguas de costa. Até agora não pudemos saber se há ouro ou prata nela, ou outra coisa de metal, ou ferro; nem lha vimos. Contudo a terra em si é de muito bons ares frescos e temperados Águas são muitas; infinitas. Em tal maneira é graciosa que, querendo-a aproveitar, dar-se-á nela tudo;
Caminha registra:
E quando se veio ao Evangelho, que nos erguemos todos em pé, com as mãos levantadas, eles se levantaram conosco, e alçaram as mãos, estando assim até se chegar ao fim; e então tornaram-se a assentar, como nós. E quando levantaram a Deus, que nos pusemos de joelhos, eles se puseram assim como nós estávamos, com as mãos levantadas, e em tal maneira sossegados que certifico a Vossa Alteza que nos fez muita devoção.
Terminada a missa, iniciaram-se os preparativos para deixar aquela terra que Cabral batizara de Vera Cruz, e Caminha assim escreveu:
Esta terra, Senhor, parece-me que, da ponta que mais contra o sul vimos, até à outra ponta que contra o norte vem, de que nós deste porto houvemos vista, será tamanha que haverá nela bem vinte ou vinte e cinco léguas de costa. Até agora não pudemos saber se há ouro ou prata nela, ou outra coisa de metal, ou ferro; nem lha vimos. Contudo a terra em si é de muito bons ares frescos e temperados Águas são muitas; infinitas. Em tal maneira é graciosa que, querendo-a aproveitar, dar-se-á nela tudo;
RICARDO BOECHAT ESSE SER GENIAL!...
- PERSONA INDEBITU -
AMIGOS, SINCERAMENTE, ACHO ESSE CARA CHAMADO DE RICARDO BOECHAT, SENSACIONAL!.. JÁ TIVE MOMENTOS DE DESENTENDIMENTO COM O MESMO, JÁ LHE REMETI E-MAIL PEDINDO A SUA INTERFERÊNCIA QUE NÃO ME FOI ATENDIDO, JÁ O ENCAREI COM MUITAS RESERVAS, JÁ O DETESTEI COM RESERVAS AO SEU POSICIONAMENTO A DETERMINADOS ASSUNTOS, MAS........ME DESCULPEM, MUDEI!...HOJE VEJO ESSE SENHOR, E SENHOR ATÉ PELA SUA IDADE, COMO ELE MESMO O DIZ, SOU UM SEXAGENÁRIO E TENHO MAIS O DEVER DE TER VERGONHA NA CARA E FALAR E DIZER A VERDADE. POR ISSO HOJE, VEJAM, HOJE EU ESTOU CONVENCIDO DE CORPO E ALMA QUE ESSE SER EXCEPCIONAL, ESSE EXTRAORDINÁRIO SER HUMANO É VERDADEIRAMENTE UM GÊNIO! NÃO?... POIS ENTÃO ACOMPANHEM O MESMO NO SEU DIA A DIA PELOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO NOS QUAIS ELE ATUA....VERÃO QUE EU NÃO ESTOU EXAGERANDO EM NADA, NENHUM MILÍMETRO DO QUE ESTOU DIZENDO NESTE MOMENTO, NESTE ESPAÇO FOI DEMAIS, ESTÁ SENDO PERDIDO... MEU DEUS! QUANTOS BOECHATS AINDA NECESSITAMOS PARA QUE POSSAMOS NOS CONSIDERAR UM POVO CIVILIZADO?....................................................
domingo, 20 de abril de 2014
SOU LOUCO POR TI PORTUGAL!...
- PERSONA INDEBITU -
CALMA, CALMA, AMIGOS VOU EXPLICAR O PORQUÊ.
O CORAÇÃO
DO MUNDO
O
mundo político e social do Ocidente encontra-se exausto.( Oh! Meu Pai, Jesus já proclamava essa verdade e esse alerta
há mais de oitocentos anos atrás. Será que nenhum dos seguimento religiosos que
se proclamam e se dizem pregadores das suas palavras atentaram para tais
verdades... Sim, o ocidente ainda hoje se encontra exausto, conspurcado,
aviltado e corrompido e os seguimentos que mais têm contribuído para que tudo
isso ocorra, são os próprios seguimentos ditos “religiosos”. Não pregam as
palavras de Jesus? Não se dizem sabedores das verdades do seu evangelho e da
sua bíblia? Não se dizem pastores, papas, ministros, bispos, apóstolos, etc.,
etc., dos rebanhos e das ovelhas de Jesus? Não se acham os verdadeiros
representantes da vontade de Deus e de Jesus, mandando inclusive que seus
rebanhos escolham e votem em seus indicados para representá-los perante as instituições
públicas do poder temporal? Não exploram de toda a forma o poder econômico com
irrefutáveis demonstrações de poder, prestígio, domínio, e mando econômico-político-social
dos rebanhos ditos de Jesus? E por que não seguem religiosamente as palavras
deixadas pelo Mestre dos Mestres ao qual se dizem render? Decididamente não será
essa a realidade que Jesus, hoje, gostaria de conhecer! Não tenhamos dúvidas de
que o muito de sofrimento e miséria que temos hoje nas nações do mundo é fruto
dessa distonia mental da qual são portadores
os mentores intelectuais existentes entre todos os seguimentos ditos
religiosos, filosóficos e teológicos que se dizem representar Jesus, mas que no
mundo das Verdades Eternas e na dimensão superior onde se encontram os Espíritos
da Verdade e a Espiritualidade Superior, a história é bem outra. Ou mudamos
essa realidade, urgentemente, ou o destino deste orbe, digo, do planeta Terra, só Deus e Jesus saberão e poderão nos dar essa
instigante resposta...
Desde
as pregações de Pedro, o Eremita, até a morte do Rei Luiz IX, diante de Túnis,
acontecimentos que colocara um dos derradeiros marcos nas guerras das Cruzadas,
as sombras da idade
medieval confundiram as lições do Evangelho, ensanguentando todas as bandeiras do mundo
cristão.
Foi
após essa época, no último quartel do século XIV, que o Senhor Jesus desejou
realizar uma de suas visitas periódicas à Terra, a fim de observar os progressos de sua doutrina e de seus exemplos
no coração dos homens.
Anjos
e Tronos lhe formavam a corte maravilhosa. Dos Céus à Terra, foi colocado outro
símbolo da escada infinita de Jacob, formado de flores e de estrelas
cariciosas, por onde o Cordeiro de Deus transpôs as imensas distâncias,
clarificando os caminhos cheios de trevas. Mas, se Jesus vinha do coração
luminoso das esferas superiores, trazendo nos olhos misericordiosos a visão dos
seus impérios resplandecentes e na alma profunda o ritmo harmonioso dos astros,
o planeta terreno lhe
apresentava ainda aquelas mesmas veredas escuras, cheias de lama da
impenitência e do orgulho das criaturas humanas, e repletas dos espinhos da
ingratidão e do egoísmo.
Embalde
seus olhos compassivos procuraram o ninho doce do seu Evangelho; em vão
procurou o Senhor os remanescentes da obra de um de seus últimos enviados à
face do orbe terrestre. No
coração da Úmbria haviam cessado os cânticos de amor e de fraternidade cristã.
De Francisco de Assis só haviam ficado as tradições de carinho e de bondade;
os pecados do mundo, como novos lobos de Gúbio, haviam descido outra vez das
selvas misteriosas das iniqüidades humanas, roubando às criaturas a paz e
aniquilando-lhes a vida.
-
Helil – disse a voz suave e meiga do Mestre Jesus a um dos seus mensageiros,
encarregado dos problemas sociológicos da Terra – meu coração se enche de profunda amargura, vendo a
incompreensão dos homens, no que se refere às lições do meu Evangelho.
Por toda a parte é a luta fratricida, como polvo de infinitos tentáculos, a
destruir todas as esperanças; recomendei-lhes que se amassem como irmãos, e
vejo-os em movimentos impetuosos, aniquilando-se uns aos outros como Cains
desvairados.
-
Todavia – replicou o emissário solícito, como se desejasse desfazer a impressão
dolorosa e amarga do Mestre Jesus – esses movimentos, Senhor, intensificaram as
relações dos povos da Terra, aproximando o Oriente e o Ocidente, para
aprenderem a lição da solidariedade nessas experiências penosas; novas utilidades
da vida foram descobertas; o comércio progrediu além de todas as fronteiras,
reunindo as pátrias do orbe. Sobretudo, devemos considerar que os príncipes
cristãos, empreendendo as iniciativas daquela natureza, guardavam a nobre
intenção de velar pela paisagem deliciosa dos Lugares Santos.
-
Mas – retornou tristemente a voz compassiva do Cordeiro – qual
o lugar da Terra que não é santo? Em todas as partes do mundo, por
mais recônditas que sejam, paira a bênção de Deus, convertida na luz e no pão
de todas as criaturas.
Era
preferível que Saladino guardasse, para sempre, todos os poderes temporais na
Palestina, a que caísse um só dos fios de cabelo de um soldado, numa guerra
incompreensível por minha causa, que, em todos os tempos, deve ser a do amor e
da fraternidade universal.
E, como se a sua vista devassasse todos
os mistérios do porvir, continuou:
-
Infelizmente, não vejo
senão o caminho do sofrimento para modificar tão desoladora situação.
Aos feudos de agora, seguir-se-ão as coroas poderosas e, depois dessa
concentração de autoridade e de poder, serão os embates da ambição e a
carnificina da inveja e da felonia, pelo predomínio do mais forte.
A
amargura divina empolgara toda a formosa assembléia de querubins e arcanjos.
Foi quando Helil, para renovar a impressão ambiente, dirigiu-se a Jesus com
brandura e humildade:
-
Senhor, se esses povos infelizes, que procuram
na grandeza material uma felicidade impossível, marcham
irremediavelmente para os grandes infortúnios coletivos, visitemos os
continentes ignorados, onde espíritos jovens e simples aguardam a semente de
uma vida nova. Nessas terras, para além dos grandes oceanos, poderíeis instalar
o pensamento cristão, dentro das doutrinas do amor e da liberdade.
E
a caravana fulgurante, deixando um rastro de luz na imensidade dos espaços,
encaminhou-se ao continente que seria, mais tarde, o
mundo americano.
O
Senhor abençoou aquelas matas virgens e misteriosas. Enquanto as aves lhe
homenageavam a inefável presença com seus cantares harmoniosos, as flores se
inclinavam nas árvores ciclópicas, aromatizando-lhe as eterizadas sendas. O
perfume do mar casava-se ao oxigênio agreste da selva bravia, impregnando todas
as coisas de um elemento de força desconhecida. No solo, eram os silvícolas
humildes e simples, aguardando uma era nova, com o seu largo potencial de
energia e bondade.
Cheio
de esperanças, emociona-se o coração do Mestre, contemplando a beleza do
sublimado espetáculo.
-
Helil – pergunta ele – onde fica, nestas terras novas, o recanto planetário do
qual se enxerga, no infinito, o símbolo da redenção humana? ( Referia-se o Mestre ao Cruzeiro do Sul).
-
Esse lugar de doces encantos, Mestre, de onde se vêem, no mundo, as homenagens dos
céus aos vossos martírios na Terra, fica mais Para o sul.
E,
quando no seio da paisagem repleta de aromas e de melodias, contemplavam as
almas santificadas dos orbes felizes, na presença do Cordeiro, as maravilhas
daquela terra nova, que seria mais tarde o BRASIL, desenhou-se no firmamento,
formado de estrelas rutilantes, no jardim das constelações de Deus, o mais
imponente de todos os símbolos.
Mãos
erguidas para o alto, como se invocasse a bênção de seu Pai para todos os
elementos daquele solo extraordinário e opulento, exclama então Jesus:
-
Para esta terra maravilhosa e bendita será transplantada a árvore de meu
Evangelho de piedade e amor. No seu solo dadivoso e fertilíssimo, todos os
povos da Terra aprenderão a lei da fraternidade universal. Sob estes céus serão
entoados os hosanas mais ternos à misericórdia do Pai Celestial. Tu, Helil, te
corporificarás(reencarnará) na Terra, no seio do
povo mais pobre e mais trabalhador do Ocidente( o povo português);
instituirás um roteiro de coragem, para que sejam transpostas as imensidades
desses oceanos perigosos e solitários, que separam o velho do novo mundo. Instalaremos
aqui uma tenda de trabalho( a Escola de Sagres)para
a nação mais humilde da Europa, glorificando os seus esforços na oficina de
Deus. Aproveitaremos o elemento simples de bondade, o coração fraternal dos
habitantes destas terras novas, e, mais tarde, ordenarei a reencarnação de
muitos Espíritos já purificados no sentimento da humildade e da mansidão( os escravos africanos eram seres espirituais evoluídos e de
muita luz que por vontade de Jesus se submeteram à grande missão fraterna),
entre as raças oprimidas e sofredoras das regiões africanas, para formarmos o
pedestal de solidariedade do povo fraterno que aqui florescerá, no futuro, a
fim de exaltar o meu Evangelho, nos séculos gloriosos do porvir. Aqui, Helil, sob a luz misericordiosa das estrelas da
cruz, ficará localizado o coração do mundo!
Consoante
a vontade piedosa do Senhor Jesus, todas as suas ordens foram cumpridas
integralmente.
Daí
a alguns anos, o seu mensageiro( Helil) se estabeleceu(reencarnou) na Terra, em 1394, como filho de D. João
I e de D. Filipa de Lencastre, e foi o heróico Infante de Sagres, que operou a renovação
das energias Portuguesas, expandindo as suas possibilidades realizando para além
dos mares.
O
elemento indígena foi chamado a colaborar na edificação da pátria nova; almas
bem-aventuradas pelas suas renúncias se corporificaram nas costas da África
flagelada e oprimida e, juntas a outros Espíritos em prova, formaram a falange
abnegada que veio escrever
na Terra de Santa Cruz, com os seus sacrifícios e com os seus
sofrimentos, um dos mais belos poemas da raça negra em favor da humanidade.
Foi
por isso que o Brasil, onde confraternizam hoje todos os povos da Terra e onde
será modelada a obra imortal do Evangelho do Cristo, muito antes do Tratado de
Tordesilhas, que fincou as balizas das possessões espanholas, trazia já, em
seus contornos, a forma geográfica do coração do mundo( estamos no coração
do mundo por vontade de Jesus, mas não devemos esquecer a imensa contribuição
do coração humano e fraterno de Portugal).
Trecho da obra de Humberto de Campos(Espírito).
Brasil Coração do Mundo Pátria do Evangelho.
Trecho da obra de Humberto de Campos(Espírito).
Brasil Coração do Mundo Pátria do Evangelho.
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sexta-feira, 18 de abril de 2014
A PASADENA, PASSADINA, PASÇADINHA DE CADA UM
- PERSONA INDEBITU -
DIZER O QUÊ? ATÉ PORQUÊ NÃO SE PODE DIZER MESMO. HÁ CENSURA ENRUSTIDA, QUEIRAM OU NÃO QUEIRAM... MAS.....DIVIRTAM-SE À VONTADE, POIS TUDO ISTO ESTÁ NA MÍDIA ETC. E TAL...
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A CARICATURA DOS FATOS POLÍTICOS
A COLUNA DOS LEITORES DE O GLOBO
- PERSONA INDEBITU -
ATUALMENTE O ESPAÇO MAIS AUTÊNTICO DO JORNAL O GLOBO. PARABÉNS PELA CONCESSÃO DEMOCRÁTICA DE TODOS PODEREM SE MANIFESTAR COMO EM SI MESMOS INTERPRETAM OS FATOS E AS CONTINGÊNCIAS SOCIOLÓGICAS.
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