domingo, 17 de agosto de 2014

EDUARDO CAMPOS, INÍCIO DE UMA NOVA ERA




- PERSONA INDEBITU -




bandeira de Pernambuco



A bandeira é composta por duas faixas horizontais, uma azul (maior) na parte superior e outra branca (menor) na parte de baixo. O azul representa o céu e o branco a paz. No fundo azul aparece um arco-iris nas cores vermelha, amarela e verde. Este arco-iris simboliza o início de uma nova era. O sol representa o futuro e a estrela dourada o estado de Pernambuco, iluminado pelo Sol do futuro. A cruz vermelha na parte inferior branca representa a primeira denominação do Brasil, Ilha de Vera Cruz e finalmente a cruz representa a fé na justiça e no entendimento entre os seres humanos. 


AOS FATOS


Assistindo a pouco a globo news, William Waack e seus entrevistados, parei e extasiei. Tema abordado: eleições presidenciais de 2014, ponto! Falaram tudo, mais que tudo, falaram  o que deveria ser e não deveria ser falado, ponto! Por que, início de uma nova era, pergunta-se? Porque se nós todos pudéssemos ver com os olhos da alma o que se desenrolar  neste momento sobre o Palácio das Princesas em Pernambuco, talvez a história devesse ser contada de outra forma. Está neste momento e naquele local, toda a espiritualidade superior responsável sobre os destinos do nosso país e nação, neste momento reunida  e decidindo, sobre a mão diretora do nosso diretor e protetor espiritual, Ismael, o que deverá ser feito com o futuro desse país e da sua população, tanto dos encarnados como dos desencarnados que circulam dentro dessa psicosfera espiritual que nos protege e nos ampara. Ledo engano daqueles que pensam ser detentores  das verdades de seus silogismos e conjecturas mentais, entenderem o que se passa nas hostes dos espíritos superiores diante dos fatos ocorridos a poucos dias. Somos, nós mortais, meros espectros das nossas próprias idiossincrasias e que não nos deixam perceber o que nos transcende, e se nos impõem. Essa história toda ainda estar por ser contada, mas não dependem disso os nossos mentores espirituais para que decidam de pronto o destino dessa nação e desse continente de almas carentes da sua compaixão e misericórdia. Fato é que alguns precisam ser sacrificados para que se faça cumprir o desiderato da lei do pai enquanto outros deverão ser eliminados do campo das disputas reles da própria insignificância a que se impuseram pelo próprio livre-arbírtrio. Isso se dará imponderavelmente e os tempos comprovarão a olhos vistos, agora, neste momento e todos verão nos próximos tempos o resultado dessa decisão salutar que virá para o bem e a harmonia entre todos. 



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