domingo, 29 de dezembro de 2013

...E O MAL, E O MAL EXISTEM!...


- PERSONA INDEBITU - 



O imaginário popular, como sabemos, é lotado de crendices e ilusões. Imagens formadas pela criação tida em casa, pelas pessoas com as quais o indivíduo convive, por filmes, telenovelas e outras formas de cultura. Estereótipo e rótulos que não necessariamente possam ser verdadeiros, mas que são quase indissociáveis. Tipo: vida de modelo é apenas glamour, ou que artistas ganham a vida de forma fácil. Sabemos como tudo se passa, e às vezes o que é e o que não é verdade, mas quem se habilita a mudar a cabeça de uma massa?


Pela filosofia da praxis temos que apreciar o filósofo: 


         Gramsci  que tinha como proposta a constituição de um novo bloco histórico. Buscava soldar organicamente os intelectuais e a classe subalterna. A base desta idéia é a filosofia marxista, filosofia da práxis. Uma ação com intencionalidade definida com qualidade de intenção e objetivo claro e determinada. 

         Para este autor a classe que deveria fazer a mudança era a subalterna, a proletária, porém em seu julgamento a classe não tinha condições de fazê-la. 

         Percebe-se claramente que o autor não reconhecia a dinâmica interna dessa expressão cultural (senso comum). Na verdade ele não percebia a natureza própria desta cultura, uma certa autonomia na dinâmica. 
         Gramsci considerava a cultura popular como apenas reprodução de valores e conhecimento e nunca como produtora; uma cultura passiva, que jamais criaria uma visão de mundo capaz de gerar mudanças. 
         Não acreditava na capacidade do senso comum deslocar-se da realidade imediata, de sair da fragmentabilidade e engendrar uma nova visão de mundo. 
         Gramsci em seus estudos nos ajuda a entender a natureza do senso comum. Um conhecimento heterogêneo, assimétrico, histórico e fragmentado. 
         Em realidade o Senso Comum é coletivo, socializado, nasce no bojo de milhares de informações cruzadas. Entrar nesta dinâmica é realmente um desafio e algo difícil de se realizar. 
         O senso comum, enquanto manifestação da cultura popular possui uma dinâmica própria que no mais das vezes passa desapercebida pelos intelectuais de classe fundamentais.



Quero antecipadamente agradecer ao Ancelmo Gois pela matéria que divulgou( a qual estou usando por ter a mesma me provocado e despertado o meu imaginário) essa matéria deverá estar despertando em muitos intelectuais esse questionamento(esperamos); mas que pela forma como abordou os fatos, foi bastante contundente no que estou de acordo e conta com o nosso entendimento.
Sabemos de importantes "detalhes" que possivelmente gerariam fortes "emoções". Convivemos com pessoas durante a década de setenta que alimentaram esse "poço de criação" e de peças literárias que consubstanciaram o progresso sucessivo dessa e de outras tantas carreiras artísticas. O medo agasalhado no coração desse personagem,  em que essa realidade possa ser desvendada,  gera exatamente o processo trevoso a que se refere Ancelmo Gois em sua coluna e não é para menos. Todos nós percebemos isso, inclusive o próprio indiciado que se encontra acoado diante dos dados fortes que poderiam nodoar uma biografia, como a tantas... Fazer o que? Risco assumido é risco em aberto, pois a memória nem quando se morre deixa de existir. Mesmo porque ninguém é uma ilha e sempre temos nossos confidentes e um ombro amigo ao qual e para o qual não existem segredos. O amedrontado com o seu passado tem que obrigatoriamente dormir com seus fantasmas sabendo que a história um dia os desvendará, não tenham dúvidas! Lamentavelmente ficará para o imaginário popular a decepção e a tristeza de saber que "nada será como antes". 





VOU ADICIONAR TEXTO




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Fui ao Google saber o que seria a expressão MALA

Melhor resposta - Escolhida pelo autor da pergunta

Minha cara, 

Há duas respostas: se você está em Minas, Goiás ou DF, geralmente eles chamam de mala a pessoa que é MALANDRA - que sabe ser esperta e acha que é melhor que os outros e passa todo mundo pra trás.

Mas se vc vai mais para o sul - São Paulo, Paraná, etc.. vc vai verificar que eles usam esse termo pra falar que essa é uma pessoa chata, pois essa pessoa é uma MALA sem alça. Existe coisa mais chata que isso?




 Pelo que leio e depreendo o Artur Xexéo quis dizer o mesmo que a pessoa acima descreveu sobre um ser humano denominado de "MALA". E é isso mesmo, pior que isso, é um sujeito convencido que é o máster e que dele e pela condição dele todos deverão estar aos seus pés. Ora, quanta treva(aí concordo com o Ancelmo Gois), quanto oportunismo! Porque mesmo sendo um personagem reconhecido com algum valor intelectual, artístico, moral, ainda assim ninguém estar acima de Deus e do Mundo. Rei, Príncipe!...Ah!.. também os há nas trevas, viu Ancelmo Gois?...





























































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